Uma poesia sobre palavras que nascem de feridas ainda acesas e podem transformar conflitos em incêndios. Entre raiva, arrependimento e consciência, o poema mostra que reconhecer o próprio fogo é o primeiro passo para fazer da palavra uma luz, e não uma chama lançada contra o outro.
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O que a escuta não interrompe
Uma poesia sobre a distância entre o que se diz e o que o outro compreende. Entre memórias, feridas e sentimentos, as palavras atravessam rios invisíveis, e somente o cuidado, a escuta e a empatia podem transformá-los em pontes.
A distância entre duas vozes
Uma poesia sobre a distância invisível entre o que se diz e o que o outro escuta, atravessada por memórias, feridas e sentimentos. Um convite à escuta, ao cuidado e à construção de pontes por meio das palavras.
