Uma poesia sobre palavras que nascem de feridas ainda acesas e podem transformar conflitos em incêndios. Entre raiva, arrependimento e consciência, o poema mostra que reconhecer o próprio fogo é o primeiro passo para fazer da palavra uma luz, e não uma chama lançada contra o outro.
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Quando a zanga encontra a poesia
Uma reflexão poética sobre a zanga, o excesso de sentir e a forma como a escrita pode transformar raiva, dor e impulso em linguagem, pausa e compreensão.
