Nem toda história termina por falta de amor. Às vezes, ela se desfaz quando a admiração se perde, a decepção se instala e a paz passa a morar apenas na lembrança de quem éramos antes. Uma reflexão sobre o fim silencioso dos encantos, a saudade da própria leveza e a coragem de reconhecer quando já não há como reconstruir um cristal partido.
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Saudade de quem se era
Uma reflexão poética sobre a saudade da própria essência antes de um relacionamento, sem apagar a gratidão pelo que foi vivido. Um convite a reconhecer os aprendizados, honrar o passado e reencontrar, no presente, a paz, a liberdade e a serenidade que fazem a alma se sentir em casa.
Limites
Refletir sobre os próprios limites é um ato de respeito consigo. Este poema fala da coragem de proteger a própria essência, compreender que dizer “não” também pode ser um gesto de amor e descobrir que a verdadeira liberdade começa quando deixamos de negociar a própria paz.
Quando o pensamento vira prisão
Uma poesia sobre a ruminação e o excesso de pensamentos, lembrando que nem toda resposta nasce da mente. Às vezes, a serenidade surge quando se aprende a habitar o presente.
Quando o espelho nunca responde
Uma reflexão poética sobre a sensação de nunca ser suficiente e o caminho de reconhecer que o valor de uma existência não depende do desempenho, mas da coragem de aceitar a própria humanidade.
