Faça o que o Universo vem silenciosamente convidando: seguir leve. Há ciclos que se encerram sem barulho, apenas com o entendimento de que não há mais nada a ser dito. O tempo já mostrou o que precisava mostrar, e a vida que se ergueu depois fala por si. Existe um novo amor, uma rotina construída… Continuar lendo O convite do Universo
Categoria: Coleções de Leitura | Sinfonia de Palavras 2
A verdade tardia
Há dores que chegam depois do fim. Não porque o amor ainda exista, mas porque a verdade demorou para aparecer. Descobrir uma mentira antiga é como viver um término que nunca aconteceu um golpe que atravessa o tempo e fere o presente. O corpo já seguiu, a vida já se refez, mas a alma, ao… Continuar lendo A verdade tardia
Caiu? Então levanta devagar. Sem culpa.
Caiu? Então levanta devagar. Sem pressa, sem culpa, sem precisar justificar o tropeço. Há dias em que tudo pesa. Em que o chão parece o único lugar possível. E tudo o que resta é respirar, uma vez, depois outra, até lembrar que ainda há dentro um pequeno movimento. Levanta devagar. Recolhe o que ficou espalhado,… Continuar lendo Caiu? Então levanta devagar. Sem culpa.
Quando você começa a se proteger
Há um momento em que a alma se cansa de se justificar. De se curvar, de pedir desculpas por querer estar em paz. Chega o instante em que você entende que amor sem limite é desrespeito disfarçado de entrega. E que quem realmente te quer bem nunca vai te exigir o preço da tua exaustão.… Continuar lendo Quando você começa a se proteger
A Alma
Há algo na alma que reconhece o invisível. Que percebe o que o olhar não alcança e o coração, em silêncio, entende. A alma não se apressa. Ela caminha por entre os dias como quem recolhe ecos antigos, lembranças que ainda respiram nas frestas do tempo. Ela sente antes de compreender, e repousa onde há… Continuar lendo A Alma
