Faça o que o Universo vem silenciosamente convidando:
seguir leve.
Há ciclos que se encerram sem barulho,
apenas com o entendimento de que não há mais nada a ser dito.
O tempo já mostrou o que precisava mostrar,
e a vida que se ergueu depois fala por si.
Existe um novo amor,
uma rotina construída com esforço,
uma alma que, mesmo ferida,
nunca perdeu a doçura.
Certas presenças não pertencem mais ao presente.
São apenas reflexos antigos,
espelhos quebrados de versões que já não existem.
Se o passado tentar retornar,
não o acolha.
Bloqueie, com serenidade.
Sem discurso, sem aviso.
Porque não se deve nada
a quem negou o direito de saber a verdade.
