Há ausências que não se explicam.
Que não diminuem com o tempo.
Que permanecem como uma marca suave,
às vezes dor, às vezes ternura.
São presenças que não estão mais,
mas que o coração insiste em manter na sala mais bonita da memória.
Porque algumas histórias não se apagam
elas apenas se tornam intocáveis.
E a saudade, quando não encontra retorno,
vira morada silenciosa dentro de nós.
Uma espécie de jardim que não floresce mais,
mas que ainda guarda o perfume de um tempo que fez sentido.
Não é sobre prender-se ao passado,
mas sobre aceitar que certas ausências
continuam nos acompanhando
como se nunca tivessem partido.
E tudo bem.
Porque há memórias que, mesmo doendo,
a gente escolhe não deixar ir.
Publicado por Bia Mundal
Olá, eu sou Bia Mundal.
Sou escritora motivacional e acredito no poder transformador das palavras.
Não o poder que grita, mas o que sussurra com verdade, toca onde ninguém vê e acende pequenas luzes dentro da gente.
Escrevo a partir da minha própria travessia:
espiritualidade vivida com leveza, resiliência silenciosa, cura emocional e a arte de existir com mais presença e sentido.
Acredito que cada palavra carrega um destino.
E que, quando nasce com alma, ela encontra quem precisa ler.
Este espaço é um abrigo.
Um lugar para respirar fundo, se escutar com mais gentileza, se reconhecer — e, quem sabe, se reencontrar.
Se alguma palavra minha te tocar,
então tudo já terá valido a pena.
Bem-vindo ao 'Sinfonia de Palavras", e
que essa jornada, de algum modo, também possa ser sua. ✨
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Acho que a gente não deixa ir, não é pelo que doem. É pelo bem que fazem. Algumas saudades são bálsamos, memória de um momento em que tudo esteve bem.
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Sim… há ausências que permanecem não pela dor, mas pelo conforto que ainda trazem.
Algumas saudades aquecem como lembrança de um tempo em que tudo parecia no lugar e, por isso, a gente escolhe guardá-las perto.
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