Nem todos os altaressão feitos de pedra. Há os que se erguemna mesa compartilhada,no pão repartido sem alarde,na água oferecida a quem chega cansado. Há procissões silenciosasque atravessam os anos:mãos que cuidam,palavras que acolhem,presenças que permanecemquando o mundo se apressa em partir. O que é sagrado, às vezes,não veste ouro,não toca sinos,não ocupa praças. Mora… Continuar lendo Corpus de memórias
