Há silêncios que pesam tanto
que parecem não caber em ninguém,
há noites em que o coração pede
uma pausa da própria dor,
e há dias em que viver
parece tarefa impossível.
Mas também há gestos pequenos
que lembram que a vida ainda pulsa:
um abraço que demora,
um olhar que escuta,
uma palavra que não julga.
Setembro Amarelo não é só um mês,
é o lembrete de que cada vida importa,
de que ninguém deveria atravessar sozinho
a tempestade que carrega por dentro.
A esperança às vezes se esconde,
mas nunca deixa de existir.
E mesmo no fundo do escuro,
um fio de luz pode se acender
quando alguém estende a mão.
