Um texto poético sobre ausências que não se medem pelo tempo, mas pelo silêncio que deixam. Reflete sobre como algumas partidas permanecem abertas dentro de nós, como janelas por onde o vento sempre entra — e sobre o aprendizado de conviver com esse sopro que nunca vai embora.
Categoria: Silêncios que Acolhem
Textos sobre pausas, escuta e o conforto que existe no não dito. O silêncio como presença suave.
O reencontro mais silencioso
Um texto sobre voltar para a própria companhia e transformar o silêncio em um lugar de pertença.
Quando quem amamos está longe
Um texto poético sobre o peso da ausência de quem amamos, a sensação de perder o rumo e a força silenciosa que sustenta a espera pelo reencontro.
O silêncio depois das vozes
Um texto sobre o peso invisível que a socialização pode trazer para quem precisa de longos intervalos para se recompor. Fala sobre o “termômetro social” e como, para alguns, o silêncio não é solidão, mas cuidado e espaço para o coração voltar a bater sem pressa.
A escuta profunda começa no silêncio
Escutar de verdade é uma arte rara. A maioria das conversas hoje são feitas de respostas prontas, opiniões cruzadas e uma pressa de falar mais do que entender. Mas a escuta que transforma, aquela que acolhe e cura, começa no silêncio. É quando silenciamos por dentro que conseguimos ouvir de verdade — o outro, a… Continuar lendo A escuta profunda começa no silêncio
