Há um momento em que insistir em ter razão perde o sentido. Vencer uma conversa não é o mesmo que criar conexão. Nem toda verdade precisa ser provada. Nem toda resposta precisa ser dada. Há diálogos que só servem para alimentar o ego, e silêncios que preservam o que realmente importa. Com o tempo, muita… Continuar lendo Do outro lado da necessidade de provar
Autor: Bia Mundal
Reencontro com o que permanece
Voltar a si não é voltar a ser como antes. É se reencontrar depois de tudo. Depois das fases que quebraram, das dores que ensinaram, dos silêncios que amadureceram. Voltar a si é lembrar que há algo em nós que permanece, mesmo quando o mundo muda. Mesmo quando a gente muda. Não é recomeçar do… Continuar lendo Reencontro com o que permanece
Ser sem precisar caber
Há algo em nós que vem antes do nome. Antes da história. Antes até das feridas. Uma essência que não precisa provar nada, nem se moldar para ser aceita. A alma não se justifica. Ela apenas é. Ser não é funcionar. Não é corresponder, cumprir, obedecer. Ser é escutar o que pulsa. É reconhecer a… Continuar lendo Ser sem precisar caber
Quando a palavra sabe o caminho
Há quem fale bonito. E há quem diga algo bonito. Nem sempre é a mesma coisa. A palavra pode ser arte quando nasce do silêncio, quando escolhe com cuidado o que carrega e se oferece como ponte, não como palco. Pode ser persuasão quando convida sem forçar, quando planta dúvidas sem desvalorizar certezas, quando propõe… Continuar lendo Quando a palavra sabe o caminho
As faces da sutileza
A sutileza tem muitas formas e nem todas são leves. Há a que acolhe: o cuidado que não se impõe, a presença que não exige, a palavra que chega no tempo certo, como quem toca sem apertar. Mas há também a sutileza que fere: o silêncio que nega, o olhar que despreza sem dizer, a… Continuar lendo As faces da sutileza
