Há dias em que o Universo não explica, apenas reorganiza.
Movem-se forças silenciosas, pequenas engrenagens se alinham e a energia muda de direção, como se algo invisível estivesse sendo preparado.
É o tipo de dia em que a interiorização se torna inevitável.
Memórias antigas se aproximam, verdades guardadas ganham forma, e um entendimento há muito esperado encontra passagem para emergir.
A lembrança surge como eco.
A verdade se ergue como farol.
E a sabedoria chega como água: constante, paciente, impossível de deter.
Não se trata de voltar ao passado, mas de compreender o que ele ainda guarda.
Não se trata de reviver uma história, mas de enxergar o ponto onde ela muda.
Não se trata de dor, mas de clareza.
Quando o Universo realinha a energia, tudo o que estava disperso retorna ao centro.
E é nesse centro que a consciência se amplia, silenciosa e firme, abrindo espaço para o que estava sendo pedido há tempos:
um insight, uma lembrança, uma verdade que finalmente encontra voz.

Venusian elegance
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