Talvez o “para sempre” não seja sobre ter alguém ao lado,
mas sobre reconhecer o que foi vivido, e deixá-lo ir.
Porque nem toda história foi feita para durar,
algumas nasceram apenas para nos transformar.
Há vínculos que não se rompem com um adeus,
mas também não precisam de um retorno para existirem.
Eles vivem no que ensinaram, no que despertaram,
e no que ficou depois que tudo mudou.
Amar também é aceitar que certos capítulos se encerram
sem promessas de continuação.
E que o valor de um sentimento não está no tempo que dura,
mas na verdade com que foi sentido.
Não é sobre esperar alguém voltar.
É sobre seguir em frente com o coração em paz,
sabendo que o que ficou foi suficiente,
e que a ausência não apaga a beleza do que foi real.
O “para sempre” talvez more mesmo nas memórias,
não para nos prender ao passado,
mas para lembrar que fomos inteiros enquanto durou.
E isso… já basta.

O para sempre leva muito tempo. É nós somos efémeros. A nossa percepção do tempo é infame. Demora quanto tudo é novo, quando estamos no processo de descubra. É a curiosidade que nos alimenta com perguntas e respostas. Mais tarde, o para sempre perde-se na monotonia, na repetição. Fica o déjà vu, por vezes nem isso. O problema não é o sempre, ou a ideia do infindável, o problema é o hoje, que não durando para sempre, não o aproveitamos e assumimos a monotonia.
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Talvez seja exatamente isso…
O “para sempre” nasce no hoje.
É no instante vivido com verdade que ele se constrói, e quando deixamos de sentir, ele se desfaz não por falta de tempo, mas porque deixamos de o alimentar.
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“Y que el valor de un sentimiento no está en el tiempo que dura, sino en la verdad con la que se sintió.”
¡Magnífico!
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Hay sentimientos que no necesitan durar para siempre… basta con que hayan sido sentidos con verdad. 🍃💛
Y es ahí donde vive el “para siempre”: en los recuerdos que quedaron.
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