Respira fundo…
Hoje, só o mínimo.
Um gesto pelo corpo,
como quem rega uma planta frágil.
Um respiro pela mente,
como quem abre a janela para o vento entrar.
Um vínculo que não doa,
mesmo que seja apenas com o próprio silêncio.
E nenhuma cobrança além disso —
porque sobreviver, às vezes,
é o bastante.
E o bastante,
hoje, é suficiente.
