A gente acha que é amor.
Mas, muitas vezes, é só apego.
Apego não quer dizer afeto verdadeiro.
É medo.
Medo de perder.
De ficar sozinho.
De encarar o vazio que se abre quando o outro vai.
O apego não quer que o outro seja livre
quer que o outro esteja ali, sempre,
porque sem ele tudo parece desmoronar.
Apego é quando você permanece,
mesmo quando dói.
É quando você aceita menos do que merece,
com medo de não ter mais nada depois.
Mas existe um ponto silencioso em que a alma percebe:
o que segura demais, sufoca.
O que prende com força, fere.
O que insiste além do necessário, se perde da verdade.
Amor não é prisão.
É presença com espaço.
É afeto que não exige cativeiro.
E o desapego não precisa ser brusco,
nem frio.
Ele pode ser um processo gentil,
em que você se reconstrói aos poucos
e aprende a deixar ir
sem se perder.
Porque às vezes, soltar é a forma mais bonita de voltar a si.

Olá Bia, adorei o teu post.
É a mais pura verdade, tudo o que escreveste.
Ao ler pensei, isto era eu há uns meses atrás. E não era só a coisas, mas também a pessoas e sim é libertador quando simplesmente deixamos ir, sem culpas.
Amei ❤️
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Olá ✨
Fico profundamente tocada em saber que o texto encontrou eco em você.
É bonito, e valente, reconhecer a si mesma nas palavras e, ainda mais, no caminho que já foi percorrido.
Deixar ir, sem culpa, é uma das formas mais silenciosas de liberdade.
E também uma das mais bonitas.
Obrigada por compartilhar sua verdade aqui.
Ela ilumina. 🌷
Com carinho,
Bia
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Vivi essa situação de apego há uns cinco anos e pouco. Foi bem complicado, doloroso por algumas semanas. Hoje, afora o rio de mágoa que corre sob a ponte destroçada, a vida segue.
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Querido coração, que bonito e sincero o jeito como você compartilhou… 🌊
A dor que corre sob a ponte também faz parte do caminho e ver que a vida segue é um sinal de força silenciosa. Te abraço daqui. 💙
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Também te abraço forte, Bia.
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