Há um tipo de dor que ninguém vê:
a de carregar o peso dos próprios erros por mais tempo do que seria justo.
É silenciosa, às vezes discreta.
Outras vezes, se esconde por trás de exigências exageradas, autocríticas duras, ou da dificuldade em aceitar o amor que chega.
Mas ninguém pode caminhar inteiro se vive tropeçando nas próprias culpas.
O perdão de si mesmo não apaga o que aconteceu — ele transforma o significado.
Não é fingir que nada doeu.
É reconhecer que se errou…
…mas também que se aprendeu.
…e que se escolhe seguir diferente.
Perdoar-se é dar ao passado o lugar que ele merece:
não como prisão, mas como ponto de partida.
É um ato íntimo, silencioso, e muitas vezes repetido.
Um recomeço que começa sem barulho.
Mas que, aos poucos, alivia o peito, suaviza o olhar e abre espaço para um novo tipo de amor:
o amor possível — consigo mesmo.

Hay tanta sabiduría en lo que dices…
Saludos cordiales
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Gracias de corazón.
Tus palabras me animan y me recuerdan que compartir desde la verdad siempre encuentra eco en algún lugar.
Te envío un abrazo con gratitud y respeto.
Saludos afectuosos. 💛
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