Às vezes, a dor vem com tanta força
que a gente só consegue perguntar:
“Por que isso sempre acontece comigo?”
“Por que eu nunca posso confiar em ninguém?”
E embora essas perguntas sejam humanas e compreensíveis,
elas quase sempre levam a mais dor.
Mais desconfiança.
Mais culpa.
Mas e se você pudesse mudar a pergunta?
Em vez de:
“Por que todo mundo me trai?”
tente perguntar:
“O que eu ainda não aprendi sobre proteger o que é íntimo?”
“Como posso me acolher antes de querer ser acolhido?”
“O que posso fazer para não me abandonar só para agradar o outro?”
Mudar a pergunta não apaga o que aconteceu.
Mas muda o rumo da resposta.
E é nessa mudança sutil que mora a sua força.
Você pode se proteger — sem se fechar.
Pode confiar — sem se expor por inteiro.
Pode amar — sem precisar se anular.
A chave não está em desconfiar do mundo inteiro.
Está em confiar mais em si.

¿Cómo es posible? ¡Hay mucha sabiduría!
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Elegantly expressed
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Uma abordagem positiva, afirmativa pode sem dúvida retirar a carga negativa e a dor acrescida que vem com uma abordagem depreciativa.
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Você disse algo muito verdadeiro…
A forma como nos perguntamos as coisas pode mudar completamente o que sentimos.
Às vezes, o que machuca não é só o que aconteceu mas o peso das perguntas duras que fazemos a nós mesmos depois.
Trazer leveza, mesmo em meio à dor, é um gesto de cuidado com a nossa própria história.
Obrigada por partilhar essa reflexão tão sensível. 💛
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É exatamente isso…
A maneira como nos falamos tem o poder de aliviar — ou aprofundar — a dor.
Mudar a pergunta não apaga o que sentimos, mas pode abrir espaço para que a resposta venha com mais acolhimento e menos culpa.
Obrigada por trazer essa reflexão tão importante. ✨
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A forma como formulamos a pergunta pode nos impulsionar para uma resolução do problema de forma pro-ativa.
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