Um tempo distante. Um afastamento que dói — mas também ensina.
E então, como quem volta de um sonho confuso, a alma desperta.
Desperta para o que realmente importa.
Para o que ficou quieto demais, por orgulho ou medo.
Para o que ainda pulsa, apesar do tempo.
A reconciliação não é um retorno ao que foi.
É um recomeço com mais verdade.
É quando a gente se olha de novo,
não pra cobrar — mas pra compreender.
E assim, laços que pareciam soltos se entrelaçam de novo.
Não iguais. Mas mais sinceros.
Mais humanos.
Mais possíveis.
Porque às vezes, o amor também precisa respirar.
Pra depois, poder florescer.

Dias atrás estive divagando sobre isso, até escrevi uma frase que gostei muito.
Que beleza essa divagação…
É preciso coragem e delicadeza para estar só — e ainda assim se escutar, mesmo quando as palavras vêm meio nubladas.
Essa sua frase carrega uma verdade sutil:
estar só nem sempre é ausência… às vezes, é reencontro.
Obrigada por compartilhar palavras que tocam com tanta leveza. ✨