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Quando decidir dói, mas ficar também

Algumas decisões chegam como encruzilhadas silenciosas. Você sente que precisa escolher, mas nenhuma direção parece leve. Um caminho pode significar despedida, o outro, a continuação de algo que já não cabe mais.

Decisões difíceis não são sinal de fraqueza — são sinal de consciência. Elas nascem quando o coração já entendeu o que precisa ser feito, mas a mente ainda tenta encontrar desculpas para adiar.

E não, não é simples. Às vezes, o certo machuca. Às vezes, seguir em frente dói mais do que ficar. Mas permanecer onde não há mais verdade também dói. E é aí que a coragem entra: não para garantir certezas, mas para garantir movimento.

Você não precisa ter todas as respostas. Precisa apenas ouvir com honestidade o que dentro de você já sabe. Porque a vida se transforma quando você escolhe ser fiel a si — mesmo que isso exija coragem, silêncio e algumas lágrimas no caminho.

E lembra:

Decisões difíceis não partem você ao meio.

Elas ajudam a reconstruir quem você nasceu para ser.

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