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O peso das escolhas (e a leveza que vem depois)

A gente passa tanto tempo remoendo as escolhas erradas.

Volta e meia, a mente insiste: “E se eu tivesse feito diferente?”

Mas, num dia qualquer, entre um café e uma distração, você lê uma frase dessas que grudam:

“Se você voltasse e consertasse todos os erros, você se apagaria.”

E ali cai a ficha:

Os tropeços, os desvios, as decisões impensadas — tudo isso ajudou a te esculpir.

Cada “erro” foi, na verdade, um jeito torto de aprender.

De amadurecer.

De chegar até aqui, exatamente como você é.

Claro que teria sido mais fácil sem certas dores.

Mas será que você seria você sem elas?

A vida não é sobre ser perfeito.

É sobre ser inteiro.

E ser inteiro inclui as partes que, um dia, você quis apagar.

No fim, até os caminhos errados foram passos certos.

Porque construíram quem você se tornou.

E isso, de certa forma, é bonito demais.

2 comentários em “O peso das escolhas (e a leveza que vem depois)”

    1. Ah, eu entendo bem esse sentimento, Joseph. Às vezes, parece que a vida escolhe exatamente o momento certo pra dar esses toques, né? Que bom que as palavras te encontraram aí, nesse instante. Sincronicidades são pequenos abraços do universo. Receba o meu também.

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