Durante muito tempo, você pode ter esperado reconhecimento, respeito e amor de fora — dos outros, da vida, do mundo.
Mas agora, uma nova verdade se revela diante de você:
Agora você é sua própria juíza.
É você quem determina o seu valor.
É você quem define os limites do que aceita ou não em sua vida.
É você quem protege sua alma como o tesouro sagrado que ela é.
Você tem o direito — e o dever — de se respeitar.
De se amar de maneira firme, profunda, inegociável.
De cuidar da sua essência, mesmo que para isso seja preciso fechar portas, se afastar, recomeçar.
Que a balança da sua vida seja justa, antes de tudo, com você mesma.
Porque a verdadeira justiça começa quando você se honra como merece.
Seja sua maior defensora. Sua própria fonte de amor e respeito. Sua luz será seu próprio tribunal sagrado.
