Às vezes, o que machuca não é a ausência. É a presença que vem pela metade. É o silêncio que pesa mais do que qualquer palavra mal dita. É o gesto que insinua, mas nunca se confirma. É o sinal trocado — que diz “fica”, mas age como “vai”. E o coração, sem mapa, tenta… Continuar lendo Quando os sinais confundem
