A calma não chega com alarde. Ela vem como brisa depois da tempestade leve, quase imperceptível, como se pedisse licença para entrar. Não exige nada. Não cobra alegria imediata. Só oferece um silêncio diferente: um que não pesa. Às vezes, a alma desacelera sem aviso. Não porque tudo está resolvido, mas porque algo dentro cansou… Continuar lendo Quando a calma decide voltar
