Um texto poético sobre o vazio como presença incômoda, mas também como espaço fértil para recomeços. Mostra que a ausência não é apenas dor, mas convite a deixar ir o que não cabe mais e abrir espaço para novos inícios.
Um texto poético sobre o vazio como presença incômoda, mas também como espaço fértil para recomeços. Mostra que a ausência não é apenas dor, mas convite a deixar ir o que não cabe mais e abrir espaço para novos inícios.