Há dias em que o incômodo vem, mas não sabemos exatamente o porquê. É um desconforto vago, uma tristeza difusa, uma inquietação que não se explica. Nessas horas, dar nome ao que se sente pode ser um ato libertador. Quando conseguimos reconhecer e nomear uma emoção — “isso é frustração”, “isso é medo”, “isso é… Continuar lendo O que acontece quando damos nome ao que sentimos
