Vivemos tempos que confundem valor com desempenho. Tempos que aplaudem quem produz sem pausa, mas esquecem de escutar quem sente. Há quem siga cumprindo tudo — mas por dentro… se esvazia. Porque a produtividade sem escuta vai, aos poucos, silenciando o que é mais essencial. Não é o corpo que primeiro adoece. É o brilho… Continuar lendo Corpos que funcionam, almas que se calam
