Nem toda partida vem com porta batida. Algumas vão embora devagar, em silêncio, mas deixam um vazio que grita por dentro. Há quem vá sem dizer adeus. Sem explicar. Sem justificar. Mas deixa pistas no olhar, na ausência repentina, no jeito de evitar o encontro. E é aí que mora o grito: não nas palavras… Continuar lendo A despedida que não fez barulho mas ecoa até hoje
