Um lembrete delicado sobre não se culpar por fazer o que é melhor para si mesmo, mesmo que o mundo não compreenda.
O espelho da alma
Um texto poético sobre libertar-se dos reflexos alheios e enxergar a própria essência com verdade e leveza.
Coisas que o coração aprende devagar
Um lembrete suave de que a vida ensina no seu tempo, que paz vale mais do que aparências, que amar a si mesmo não é egoísmo, que o simples carrega felicidade e que até o comum pode se tornar extraordinário quando visto com calma.
As 1001 chances
Damos inúmeras chances quando amamos alguém que sente o mesmo, mas não muda atitudes que ferem. O amor existe, mas não basta quando não há crescimento mútuo. O limite da chance chega quando entendemos que amar sem transformação se transforma em espera, e que, às vezes, é preciso escolher a si mesmo para não se perder no outro.
E, se…
O “e se” muitas vezes nasce da culpa de quem deu demais em um relacionamento desequilibrado. Em vínculos tóxicos, mais chances não trazem mudança — apenas prolongam a dor de quem sustenta tudo sozinho. Amor verdadeiro não exige insistência sem reciprocidade; exige equilíbrio, presença e cuidado mútuo. Parar de insistir não é desistir, é voltar para si.
