Nem tudo precisa ser resolvido agora. Nem toda dor se explica. Nem todo cansaço tem nome. Há dias em que apenas continuar já é muito. Seguir sem entender, sentir sem conseguir dizer, respirar sem conseguir aliviar. E tudo bem. Aos poucos, o coração encontra ritmo. Aos poucos, o peso diminui. Aos poucos, a vida volta… Continuar lendo Aos poucos
E se eu desistir?
E se eu simplesmente parar? Se eu deixar a esperança em silêncio por um tempo? Se eu deixar de insistir em caminhos que só machucam? Se eu não quiser mais tentar hoje, e tudo bem? Há dias em que continuar parece pesado demais. O corpo presente, mas a alma exausta. A mente tenta encontrar sentido… Continuar lendo E se eu desistir?
A ausência também fala
Quando alguém se afasta sem explicação, a ausência se torna linguagem. Ela pode parecer silêncio, mas diz o que a boca não soube dizer. Ela pesa — porque é cheia de significados não ditos, cheia de pausas que carregam sentimentos embargados. Nem sempre o afastamento é mágoa. Às vezes, é defesa. É alguém tentando salvar… Continuar lendo A ausência também fala
Um lugar onde se possa descansar por dentro
Há dias em que o corpo continua em movimento, mas, por dentro, tudo pesa. Não é cansaço físico é um tipo de exaustão que não se vê. Exaustão de silenciar emoções. De tentar parecer bem. De carregar o que não foi dito, o que não foi acolhido, o que foi demais. E então nasce um… Continuar lendo Um lugar onde se possa descansar por dentro
A bagunça que existe em nós também faz parte
Há dias em que tudo parece fora do lugar. Pensamentos se atropelam, emoções escorrem pelos cantos, e até o silêncio faz barulho. Nessas horas, o coração pode parecer um quarto desarrumado: com memórias espalhadas, sentimentos soltos e nenhuma ideia clara de por onde começar. Mas a confusão interna não define o valor de ninguém. Bagunça… Continuar lendo A bagunça que existe em nós também faz parte
