O amor, quando é amor, não aperta o peito. Não pede que você se apague para que o outro permaneça. Ele não chega com voz de dever, nem se impõe como fardo bonito. Ele pousa feito brisa que sabe o caminho da pele. O amor que é amor não pesa como cruz, não exige silêncios… Continuar lendo O amor não foi feito para pesar
O amor fala mais alto que o orgulho
O amor não grita. Mas, às vezes, ele volta. Devagarinho, com olhos de quem ainda vê abrigo. Com mãos que aprenderam a não soltar tão fácil. O amor fala mais alto que o orgulho quando a saudade fica maior do que o medo de ceder. Quando alguém percebe que vale mais a ternura do que… Continuar lendo O amor fala mais alto que o orgulho
O amor que não exige performance
Há vínculos que não pedem aplauso. Não esperam espetáculo. Não exigem que você seja sempre forte, interessante ou impecável. Eles existem no silêncio. Nos dias em que a presença basta. Nos momentos em que ninguém precisa provar nada — só ser. O amor que não exige performance é aquele onde se pode respirar sem medo.… Continuar lendo O amor que não exige performance
Gentileza também cura
Há toques que não vêm pelas mãos. Eles chegam pelas palavras brandas, pelos gestos pequenos, pelos olhares que dizem: “estou aqui”. Gentileza é essa forma de cuidado que não pesa. Não invade. Não exige. Só acolhe — com delicadeza. Nem toda cura precisa de grandes atos. Às vezes, o que salva o dia é alguém… Continuar lendo Gentileza também cura
A alma que ainda acredita
Há coisas que a dor não consegue apagar. Uma delas é a fé discreta que insiste em continuar mesmo depois de tudo. É como uma chama pequena, dessas que dançam mesmo no vento, mas não se apagam. Nem quando o mundo inteiro parece soprar contra. Há em certas almas um tipo de esperança que não… Continuar lendo A alma que ainda acredita
