Um tributo às formas silenciosas de amor paterno, expressas em gestos simples, constância e cuidado discreto. Um lembrete de que nem todo amor se anuncia em palavras, mas se revela na presença e na dedicação diária.
Quando o mundo pede calma
Um lembrete poético sobre respeitar o próprio tempo e acolher os momentos de pausa, entendendo que nem todo avanço precisa ser apressado.
Quando nada floresce por fora
Um convite para confiar nos períodos em que nada parece mudar por fora, lembrando que o crescimento invisível também é parte do caminho.
Quando o coração aprende a ir embora antes de se perder
Um texto sobre o momento silencioso em que o coração percebe que precisa se retirar para não se perder de si mesmo, escolhendo a própria paz e inteireza acima de permanecer onde não há reciprocidade.
Sozinho mesmo acompanhado
Um texto sobre a solidão emocional que pode existir mesmo na presença de outras pessoas, explorando o vazio silencioso que se instala quando o vínculo se esvazia. Também fala sobre o retorno a si como forma de reencontrar sentido e escolher vínculos mais verdadeiros.
