A raiva vai passar. Sempre passa. E quando o silêncio vier depois dela, trará consigo algo mais profundo que o perdão: a clareza. A clareza de que o engano não define quem foi enganado. De que o uso não apaga o valor de quem foi usado. De que a mentira pode tocar a superfície, mas… Continuar lendo Depois da raiva
O convite do Universo
Faça o que o Universo vem silenciosamente convidando: seguir leve. Há ciclos que se encerram sem barulho, apenas com o entendimento de que não há mais nada a ser dito. O tempo já mostrou o que precisava mostrar, e a vida que se ergueu depois fala por si. Existe um novo amor, uma rotina construída… Continuar lendo O convite do Universo
A verdade tardia
Há dores que chegam depois do fim. Não porque o amor ainda exista, mas porque a verdade demorou para aparecer. Descobrir uma mentira antiga é como viver um término que nunca aconteceu um golpe que atravessa o tempo e fere o presente. O corpo já seguiu, a vida já se refez, mas a alma, ao… Continuar lendo A verdade tardia
Caiu? Então levanta devagar. Sem culpa.
Caiu? Então levanta devagar. Sem pressa, sem culpa, sem precisar justificar o tropeço. Há dias em que tudo pesa. Em que o chão parece o único lugar possível. E tudo o que resta é respirar, uma vez, depois outra, até lembrar que ainda há dentro um pequeno movimento. Levanta devagar. Recolhe o que ficou espalhado,… Continuar lendo Caiu? Então levanta devagar. Sem culpa.
Quando o passado retorna apenas para partir
Há momentos em que o Universo permite que o passado retorne não para ser retomado, mas para ser compreendido. Histórias que ficaram abertas pedem, em silêncio, um último olhar, não por saudade, mas por verdade. É como se o ciclo precisasse ser visto de fora, com a consciência que antes não existia. Quando pessoas antigas… Continuar lendo Quando o passado retorna apenas para partir
