Silêncios que Acolhem

Quando o coração se cansa antes da partida

Há um momento em que o coração cansa. Não é mais raiva, nem mágoa, nem vontade de discutir. É apenas um silêncio que se instala por dentro, um desinteresse manso diante dos velhos joguinhos que antes feriam, provocavam, abalavam. É como se a alma dissesse: “Não tenho mais energia para isso.” E, de repente, aquilo… Continuar lendo Quando o coração se cansa antes da partida

Silêncios que Acolhem

O silêncio guarda respostas que o tempo revela

Nem toda resposta chega de imediato. O silêncio é um guardião discreto, que guarda verdades até que o tempo nos prepare para ouvi-las. Algumas respostas não se apressam, florescem apenas quando o coração aprende a escutar.

Silêncios que Acolhem

O silêncio também guarda respostas que o tempo revela

Nem todo silêncio é ausência. Às vezes, ele é abrigo onde as perguntas descansam até que o tempo traga respostas. Um texto poético sobre a paciência da vida e a delicadeza de esperar que a luz se revele no momento certo.

Silêncios que Acolhem

A solidão que esculpe a alma

Uma reflexão poética sobre a solidão como força que molda a alma. O texto fala do peso da exclusão e do abandono, mas também da forma paradoxal como o silêncio ensina e revela a voz interior.

Silêncios que Acolhem

Qual o preço da sua paz?

Um convite poético à reflexão sobre o valor da própria paz, mostrando que ela não tem preço, mas exige coragem e escolhas firmes.