Talvez ninguém tenha te ensinado a se acolher. Talvez o que você aprendeu foi a se virar. A ser forte. A aguentar calado. Mas chega um momento em que a vida convida: agora é você quem precisa se cuidar. Não mais esperando de fora o que nunca veio mas construindo por dentro o que sempre… Continuar lendo Você pode ser um lar para si
Categoria: Ressignificar os traumas da infância
Para quem carrega marcas antigas e deseja transformá-las em raízes de cura. Escritas de reconexão com a criança que fomos.
O medo de incomodar que nasceu de um lar barulhento demais
Crescer em um ambiente onde o barulho era constante de gritos, discussões, cobranças ou tensão no ar ensina uma lição silenciosa: não chame atenção. Não reclame. Não sinta demais. Muitos aprendem, desde pequenos, a andar nas pontas dos pés. A prever o humor dos outros. A medir palavras antes de falar. A existir em silêncio… Continuar lendo O medo de incomodar que nasceu de um lar barulhento demais
Ressignificar não é esquecer
O que não teve conserto pode ter compreensão. Existe uma ideia equivocada de que perdoar é esquecer. Que superar é apagar. Que curar é nunca mais lembrar. Mas há feridas que não cicatrizam em silêncio. Elas querem ser olhadas. Nomeadas. Compreendidas. Ressignificar não é fingir que não doeu. É entender o que aconteceu — e… Continuar lendo Ressignificar não é esquecer
A criança que aprendeu a se calar
O silêncio que virou sobrevivência Há crianças que aprendem cedo a se calar. Porque falar era perigoso. Porque sentir era demais. Porque não havia quem escutasse — ou, pior, havia quem julgasse. Elas aprendem a engolir o choro. A esconder o que sentem. A disfarçar a dor com sorrisos ou comportamentos “exemplares”. Aprendem que, para… Continuar lendo A criança que aprendeu a se calar
A ausência que moldou seu jeito de amar
Às vezes, não foi o que disseram. Foi o que nunca disseram. Não foi o que fizeram. Foi o que nunca fizeram. Crescer sem afeto suficiente, sem segurança emocional, sem acolhimento real, faz com que a gente aprenda a amar com medo. A se doar com cautela. A não confiar no afeto como algo que… Continuar lendo A ausência que moldou seu jeito de amar
