Ressignificar os traumas da infância

Raízes invisíveis da insegurança

Você se sentiu bem-vinda(o) ao mundo? Essa pergunta atravessa mais do que palavras — ela toca a raiz da forma como nos sentimos no corpo, na vida, nas relações. Muitos de nós carregamos impressões tão antigas que nem lembramos. Mas o corpo lembra. O sistema nervoso lembra. Ele aprendeu, desde os primeiros instantes, se o… Continuar lendo Raízes invisíveis da insegurança

Ressignificar os traumas da infância

Deixar de repetir o que sempre doeu

Nem sempre percebemos quando estamos repetindo uma dor antiga. Ela vem disfarçada de hábito. De “é assim mesmo”. De “sempre foi desse jeito”. Repetimos padrões. Repetimos relações que nos ferem do mesmo modo. Escolhas que nos esvaziam de novo. Palavras que ouvimos lá atrás — e que agora dizemos a nós mesmos. A mente segue… Continuar lendo Deixar de repetir o que sempre doeu

Ressignificar os traumas da infância

Curar a criança interior é libertar o adulto que você merece ser

Dentro de cada adulto que hoje se cobra, se cala ou se encolhe, existe uma criança que só queria ser vista, ouvida, cuidada. Ela ainda está aí. Nas reações desproporcionais, nos medos sem nome, nas dores que se repetem sem aviso. Mas ela também está nas suas tentativas de recomeçar. Na sua vontade de não… Continuar lendo Curar a criança interior é libertar o adulto que você merece ser

Ressignificar os traumas da infância

Não era você que não era bom o suficiente

Quantas vezes você se perguntou: “O que havia de errado comigo?” “Por que eu não era suficiente para ser amado do jeito que eu precisava?” E talvez tenha crescido acreditando nisso. Que era sensível demais. Exigente demais. Carente demais. Mas a verdade é que não era você. Era o ambiente. Era a forma como cuidavam… Continuar lendo Não era você que não era bom o suficiente

Ressignificar os traumas da infância

Nem sempre foi falta de amor, às vezes, era falta de consciência

Alguns traumas da infância doem ainda mais porque vieram de quem deveria proteger. De quem dizia amar. De quem, aos olhos do mundo, “fez tudo o que pôde”. E talvez tenha feito. Mas o que foi possível naquele tempo — com as dores não curadas, com os silêncios herdados, com os modelos repetidos — ainda… Continuar lendo Nem sempre foi falta de amor, às vezes, era falta de consciência