Relações Que Adoecem e a Coragem de Se Escolher

O corpo também sonha

Há algo de mágico no instante em que nos permitimos mover sem medo. Quando deixamos que o corpo fale, que o gesto flua, que o ritmo venha de dentro — não para agradar, mas para libertar. Liberdade não é ausência de limites. É a dança entre o que somos e o que escolhemos ser. É… Continuar lendo O corpo também sonha

Relações Que Adoecem e a Coragem de Se Escolher

Inteiro(a), mesmo quando ferido(a)

Há pessoas que vivem o amor com verdade. Não amam pela metade. Quando chegam, trazem o coração inteiro — o cuidado, o tempo, a escuta, o esforço. Constroem. Estão presentes. Fazem o melhor que podem com o que têm. E por isso mesmo, quando algo machuca, a dor não é pequena. Porque não foi pequeno… Continuar lendo Inteiro(a), mesmo quando ferido(a)

Relações Que Adoecem e a Coragem de Se Escolher

Você pode oferecer consciência — mas não pode forçar transformação

Você pode mostrar como se sente. Pode explicar com calma, com dor, com verdade. Pode dizer: “isso me machuca”, “não me sinto visto(a)”, “preciso de escuta”. Pode até abrir espaço para diálogo — se houver espaço para isso. Mas há algo que você precisa lembrar: você pode oferecer consciência, mas não pode forçar transformação. Não… Continuar lendo Você pode oferecer consciência — mas não pode forçar transformação

Relações Que Adoecem e a Coragem de Se Escolher

A força de quem não se abandona

Existem dores que nos rasgam por dentro. Despedidas que não foram desejadas. Conflitos que nos colocam diante de uma escolha difícil: ficar tentando salvar o outro — ou salvar a si. Nem sempre é fácil. Às vezes, o amor ainda pulsa. Ainda há saudade, esperança, vontade de resolver. Mas chega um momento em que algo… Continuar lendo A força de quem não se abandona

Relações Que Adoecem e a Coragem de Se Escolher

O que fere não é o assunto — é o desprezo pela sua dor

Introdução da coleção: Nem toda dor vem do fim. Às vezes, o que mais machuca é permanecer onde não existe espaço para ser inteiro. Esta coleção é um convite à consciência — não para apontar culpados, mas para iluminar os pontos de silêncio, os cansaços não ditos, os sentimentos esquecidos dentro de relações que deixaram de ser abrigo. Cada texto é um espelho, um lembrete e, sobretudo, um gesto de coragem: a coragem de se escutar, de se respeitar, de se escolher.