Entre Sentir e Curar

E quando a alma cansa de esperar?

Um texto poético sobre o cansaço silencioso da alma diante das esperas que não se cumprem. Mostra que, mesmo quando o coração se fatiga, a esperança permanece como força teimosa que sustenta e convida a continuar.

Entre Sentir e Curar

O coração cansado ainda sabe encontrar caminhos de luz

Um texto poético sobre o cansaço emocional e a força silenciosa do coração. Mostra que mesmo diante da exaustão e do peso invisível, ainda existe dentro de nós a capacidade de buscar brechas de luz e deixar a esperança nascer outra vez.

Entre o Sentir e o Dizer, Entre Sentir e Curar

O vazio que também ensina

Um texto poético sobre o vazio como presença incômoda, mas também como espaço fértil para recomeços. Mostra que a ausência não é apenas dor, mas convite a deixar ir o que não cabe mais e abrir espaço para novos inícios.

Entre Sentir e Curar

A dança da integridade

Um convite para compreender a integridade como a coragem de acolher todas as cores da vida — luzes e sombras — e, assim, viver em verdade com o próprio ser.

Entre Sentir e Curar

Morrer e renascer em silêncio

A vida nos pede pequenas mortes antes de cada renascimento. Entre despedidas, silêncios e recomeços, aprendemos que a felicidade não nasce da ausência de quedas, mas da coragem de atravessá-las e escolher nascer de novo.