Consciência emocional na comunicação

Palavras que não gritam, mas machucam

Nem toda ferida vem de um grito. Às vezes, ela nasce de uma frase dita com frieza. De uma ironia. De uma indiferença disfarçada de racionalidade. “Você tá exagerando.” “Não é pra tanto.” “Já vai começar de novo?” Frases que parecem pequenas. Mas que, quando repetidas, criam rachaduras onde antes havia confiança. Palavras assim não… Continuar lendo Palavras que não gritam, mas machucam

Consciência emocional na comunicação

Quando o silêncio fere mais do que qualquer palavra

Nem toda ausência é neutra. Há silêncios que gritam. Silêncios que ferem mais do que uma palavra dura dita no impulso. Existe o silêncio que acolhe, que dá espaço, que cura. Mas também existe o outro: o que afasta, o que pune, o que impõe. Aquele silêncio que não nasce da paz, mas do descaso,… Continuar lendo Quando o silêncio fere mais do que qualquer palavra

Consciência emocional na comunicação

Nem sempre é o que você diz. É como você diz

Você pode dizer “está tudo bem” com ternura, ou com um tom que escancara o contrário. Pode pedir desculpas com afeto sincero, ou com frieza — apenas para encerrar uma conversa que você já não quer ter. Pode até dizer “eu te amo”… mas com um olhar que não se entrega, com a alma ausente,… Continuar lendo Nem sempre é o que você diz. É como você diz

Consciência emocional na comunicação

O que sai da sua boca pode criar vida ou destruir laços

Nem sempre é o que se diz que fere — é o como. Nesta série de textos, vamos explorar o poder das palavras, os silêncios que falam, os tons que afastam e a escuta que cura. É uma jornada de reconexão com a fala responsável, com o afeto que também mora na forma como nos expressamos. Porque comunicar não é apenas falar — é tocar o outro com consciência, respeito e verdade.