Com o tempo — ou talvez com a maturidade — algo dentro da gente começa a mudar. A pressa perde força. A revolta contra o que não controlamos se aquieta. E, aos poucos, a gente aprende a olhar para as coisas simples com mais profundidade. O sol que nasce já não é só mais um… Continuar lendo Quando a Natureza Ensina Sem Dizer Uma Palavra
Categoria: Coleções de Leitura | Sinfonia de Palavras
Quando o Sol Veste o Mundo de Rosa e Dourado
Nem sempre é preciso entender. Às vezes, a luz, o vento e um instante bastam para colorir a gente por dentro. Fechei os olhos na praia. O som do mar foi ficando mais perto, o vento soprava sem pressa, e a luz do sol — que eu não via — começou a se transformar em… Continuar lendo Quando o Sol Veste o Mundo de Rosa e Dourado
A diferença entre se adaptar e se anular
Adaptar-se é uma habilidade valiosa. É o que permite transitar por diferentes ambientes, se abrir ao novo, aprender com o inesperado. Mas existe uma linha tênue entre adaptar-se e anular-se. Quando a adaptação exige deixar de lado valores, desejos, a própria voz — já não é mais crescimento, é apagamento. E isso não acontece de… Continuar lendo A diferença entre se adaptar e se anular
O peso que se transforma quando reconhecido
Há dias em que o cansaço não se explica em tarefas. É um peso diferente. Não pesa nos braços nem nas pernas, mas se aloja no peito, na mente, na alma. E, por mais que exista o desejo de largar tudo — de simplesmente deixar para trás as preocupações, as culpas, as expectativas — nem… Continuar lendo O peso que se transforma quando reconhecido
O peso invisível das coisas não ditas
Há coisas que a gente não diz, mas carrega. Um “tudo bem” que disfarça o cansaço. Um sorriso automático que esconde a vontade de desaparecer por umas horas. Um “sem novidades” que economiza explicações longas demais. E assim, aos poucos, vamos nos enchendo de camadas invisíveis. Acumulando o que não coube em palavra. Não é… Continuar lendo O peso invisível das coisas não ditas
