Há vínculos que não pedem aplauso. Não esperam espetáculo. Não exigem que você seja sempre forte, interessante ou impecável. Eles existem no silêncio. Nos dias em que a presença basta. Nos momentos em que ninguém precisa provar nada — só ser. O amor que não exige performance é aquele onde se pode respirar sem medo.… Continuar lendo O amor que não exige performance
Categoria: Coleções de Leitura | Sinfonia de Palavras
A alma que ainda acredita
Há coisas que a dor não consegue apagar. Uma delas é a fé discreta que insiste em continuar mesmo depois de tudo. É como uma chama pequena, dessas que dançam mesmo no vento, mas não se apagam. Nem quando o mundo inteiro parece soprar contra. Há em certas almas um tipo de esperança que não… Continuar lendo A alma que ainda acredita
Quando a calma decide voltar
A calma não chega com alarde. Ela vem como brisa depois da tempestade leve, quase imperceptível, como se pedisse licença para entrar. Não exige nada. Não cobra alegria imediata. Só oferece um silêncio diferente: um que não pesa. Às vezes, a alma desacelera sem aviso. Não porque tudo está resolvido, mas porque algo dentro cansou… Continuar lendo Quando a calma decide voltar
A ausência também fala
Quando alguém se afasta sem explicação, a ausência se torna linguagem. Ela pode parecer silêncio, mas diz o que a boca não soube dizer. Ela pesa — porque é cheia de significados não ditos, cheia de pausas que carregam sentimentos embargados. Nem sempre o afastamento é mágoa. Às vezes, é defesa. É alguém tentando salvar… Continuar lendo A ausência também fala
Um lugar onde se possa descansar por dentro
Há dias em que o corpo continua em movimento, mas, por dentro, tudo pesa. Não é cansaço físico é um tipo de exaustão que não se vê. Exaustão de silenciar emoções. De tentar parecer bem. De carregar o que não foi dito, o que não foi acolhido, o que foi demais. E então nasce um… Continuar lendo Um lugar onde se possa descansar por dentro
