Poucas coisas doem tanto quanto isso: abrir o coração, entregar suas verdades mais frágeis, e ver tudo isso ser usado contra você num momento de raiva ou defesa. Gente que deveria acolher, mas escolhe atacar. Gente que ouviu seus silêncios mais pesados e, mesmo assim, transformou desabafos em armas. Isso não é impulso. É escolha.… Continuar lendo Quando confidências viram munição
Autor: Bia Mundal
Quando o discurso é doce, mas a presença amarga
O que machuca nem sempre é a ausência. Às vezes, é a contradição: quem diz que ama, mas não cuida. Quem diz que sente, mas não escuta. Quem jura que está, mas nunca permanece. São as palavras bonitas seguidas de atitudes vazias que mais confundem o coração. E no meio dessa confusão, a gente aprende… Continuar lendo Quando o discurso é doce, mas a presença amarga
Alguns dias são reticências
Tem dias que não se encerram. Ficam no ar, como quem suspira sem saber por quê. Não começam de verdade, nem terminam direito. São dias-pausa. Dias em que a alma desacelera e a vida se arrasta baixinho. Nesses momentos, não há grandes decisões, nem respostas brilhantes, nem certezas no horizonte. Só o corpo presente. Só… Continuar lendo Alguns dias são reticências
Nem sempre conhecemos quem achamos que conhecemos
Às vezes, a gente caminha ao lado de alguém achando que conhece. Porque ouve confidências, compartilha silêncios, recebe sorrisos. Mas o tempo… o tempo revela o que o encanto escondeu. E então descobrimos que aquilo que parecia afeto era só aparência. Que o cuidado era interesse. Que o vínculo era um disfarce bem educado. Dói.… Continuar lendo Nem sempre conhecemos quem achamos que conhecemos
Palavras que não sustentam gestos
Há quem finja afeto com tanta habilidade que, por um tempo, até parece amor. Diz palavras bonitas, jura cuidado, promete presença. Mas o coração sente e percebe o descompasso. Porque o que é verdadeiro se traduz em gesto, não só em discurso. Amor que só mora na boca não aquece a vida de ninguém. Às… Continuar lendo Palavras que não sustentam gestos
