Ressignificar os traumas da infância

A ausência que moldou seu jeito de amar

Às vezes, não foi o que disseram. Foi o que nunca disseram. Não foi o que fizeram. Foi o que nunca fizeram. Crescer sem afeto suficiente, sem segurança emocional, sem acolhimento real, faz com que a gente aprenda a amar com medo. A se doar com cautela. A não confiar no afeto como algo que… Continuar lendo A ausência que moldou seu jeito de amar

Ressignificar os traumas da infância

O adulto que você é carrega a criança que não pôde ser

Quando a infância não pôde ser leve e virou sobrevida dentro do peito. Muitos adultos vivem hoje tentando consertar o que faltou quando eram pequenos. Tentam ser perfeitos para não desapontar. Controlam tudo para não reviver o caos. Silenciam emoções porque, um dia, foram ensinados que sentir era demais. Por trás de comportamentos “maduros” demais,… Continuar lendo O adulto que você é carrega a criança que não pôde ser

Ressignificar os traumas da infância

Quando você entende o que doeu e escolhe não doer mais por isso

Crescer, muitas vezes, é revisitar os lugares onde a dor começou. Não para reviver tudo… mas para olhar com olhos de hoje aquilo que feriu quando ainda não sabíamos nos defender. Os traumas da infância não são culpa nossa. Mas curá-los passa a ser nossa responsabilidade. Porque chega um momento em que seguir carregando o… Continuar lendo Quando você entende o que doeu e escolhe não doer mais por isso

O Silêncio Que Protege

Quando a presença vale mais que o discurso

Há momentos em que nenhuma palavra é suficiente. E tudo o que realmente importa é estar ali. Presente. Inteiro. Silenciosamente disponível. Ficar em silêncio também é ficar. É acompanhar a dor do outro sem tentar resolvê-la. É não fugir do desconforto. É não precisar preencher os vazios com frases prontas. A presença verdadeira não exige… Continuar lendo Quando a presença vale mais que o discurso

O Silêncio Que Protege

A despedida que não fez barulho mas ecoa até hoje

Nem toda partida vem com porta batida. Algumas vão embora devagar, em silêncio, mas deixam um vazio que grita por dentro. Há quem vá sem dizer adeus. Sem explicar. Sem justificar. Mas deixa pistas no olhar, na ausência repentina, no jeito de evitar o encontro. E é aí que mora o grito: não nas palavras… Continuar lendo A despedida que não fez barulho mas ecoa até hoje