Perder-se tentando segurar o que não volta Chega uma hora em que o corpo cansa, mas é a alma que desiste primeiro. Porque há relações onde só um lado estende a mão. Só um lado pergunta. Só um lado tenta. Enquanto o outro se afasta devagar, como se nem visse o esforço que ficou no… Continuar lendo Tentativas que esvaziam
Autor: Bia Mundal
Quando o corpo acorda, mas a alma não vem
Há dias em que a alma não sabe onde ficou. O corpo levanta, cumpre rotinas, responde. Mas por dentro, algo está suspenso — como se não houvesse mais chão onde pisar. Não é só tristeza. É como se a identidade tivesse sido deslocada. Como se a própria presença parecesse estranha. Depois de um episódio de… Continuar lendo Quando o corpo acorda, mas a alma não vem
Tempo de confiar no que pulsa
Nem tudo que se sente será compreendido de imediato. Nem todo caminho precisa ser explicado. Há escolhas que parecem solitárias, mas são apenas fiéis ao que ainda está se formando por dentro. O tempo de confiar no que pulsa é esse: quando a mente hesita, mas o coração não se cala. Quando o mundo duvida,… Continuar lendo Tempo de confiar no que pulsa
O tempo da escolha
Há momentos em que tudo parece se dividir: um pensamento abre dois caminhos, uma conversa deixa uma pergunta suspensa, um detalhe simples muda o rumo do dia. Nem sempre há sinal claro. Nem sempre há certeza. Mas há um sentir — discreto, insistente — que indica o que está mais vivo, mesmo quando a lógica… Continuar lendo O tempo da escolha
Quando é hora de soltar
Nem tudo que se segura precisa ser mantido. Há vínculos que pesam mais do que sustentam. Há ideias que foram abrigo — e agora são prisão. Soltar não é desistir. É reconhecer que segurar por costume não é o mesmo que seguir por escolha. É perceber que há coisas que já cumpriram o que tinham… Continuar lendo Quando é hora de soltar
