O amor desponta como um murmúrio suave no peito e, quando não encontra eco externo, instala-se um silêncio delicado. Ainda assim, há poesia em cada nota de afeto cultivada na partitura interna, onde o amor-próprio ganha palco e se afina. A falta de reciprocidade não significa fracasso, mas convida a explorar a imensidão do próprio… Continuar lendo Quando o amor ecoa só
Autor: Bia Mundal
A paz não grita, mas cura
A paz não faz alarde. Não chama atenção. Não precisa provar que chegou. Ela apenas entra — leve, silenciosa, firme. E vai desfazendo os nós que a correria apertou. A paz não é ausência de ruído, mas a presença de algo que acalma por dentro. Às vezes, ela vem num olhar que compreende. Noutras, num… Continuar lendo A paz não grita, mas cura
Quando o mundo pesa, volte para dentro
Há dias em que o mundo pesa mais do que deveria. Tudo parece urgente. As vozes de fora gritam. As exigências crescem. E você, aos poucos, se esquece de si. É nesses dias que voltar para dentro é essencial. Não como fuga, mas como reencontro. Fechar os olhos por um instante, escutar a respiração, sentir… Continuar lendo Quando o mundo pesa, volte para dentro
Quando o corpo fala o que a alma silencia
Tem dias em que o corpo dói — sem batida, sem ferida, sem razão aparente. A respiração encurta, o peito aperta, e nenhum exame encontra o motivo. Mas, às vezes, o que está em falta não é vitamina. É descanso da alma. É colo para emoções que ninguém viu. É cuidado para dores que foram… Continuar lendo Quando o corpo fala o que a alma silencia
Nem sempre o mal chega gritando
Nem sempre o mal chega gritando. Às vezes, ele se acomoda nas pequenas permissões. Na palavra dita sem pensar. Na raiva guardada por tempo demais. No silêncio que carrega desprezo. Na falta de cuidado com o que se repete. Não é preciso chamar o mal pelo nome — basta deixar a porta entreaberta. Porque o… Continuar lendo Nem sempre o mal chega gritando
