Coleções de Leitura | Sinfonia de Palavras 2

O Silêncio como limite

Há verdades que não precisam de confronto

Há mentiras que se explicam sozinhas,

pelo simples fato de existirem.

Quando alguém mente, engana e manipula,

Não há vingança mais serena do que a paz que chega

não há diálogo que repare o que foi destruído

porque o que se rompeu não foi apenas a confiança,

foi o respeito.

Alguns vínculos não pedem fechamento,

pedem silêncio.

Um silêncio que não é fuga,

mas escolha.

Uma fronteira erguida entre o que fere

e o que ainda merece permanecer.

O fechamento verdadeiro não vem da boca do outro,

vem do instante em que a alma decide não participar mais da confusão.

Silêncio é limite.

E limite é autocuidado.

quando se escolhe não responder.

Deixe um comentário