Há amores que começam como tempestades, intensos, vivos, cheios de promessas.
Outros nascem como brisas, suaves, silenciosos, mas profundamente presentes.
Em ambos os casos, há um instante em que o amor se transforma.
Não porque deixou de existir,
mas porque entendeu que não pode carregar sozinho o peso de permanecer.
O limite do amor não é ausência, nem desinteresse.
É quando o coração compreende que amar não significa se perder.
Que permanecer não pode significar deixar de respirar.
Amar é gesto, é encontro, é escolha.
Mas também é saber a hora de soltar as mãos,
de voltar a olhar para dentro,
de respeitar o espaço que guarda a própria dignidade.
Há um momento silencioso, quase imperceptível, em que o amor, em sua forma mais pura,
deixa de implorar… e começa a compreender.
Deixa de insistir… e aprende a aceitar.
Deixa de prender… e liberta.
Amor que transborda não precisa implorar para ser visto.
E amor que respeita sabe que partir também pode ser uma forma profunda de permanecer em si.

Partir pode ser amar. Escrevi algo do género mas de uma forma satírico-romântica “O amor é uma merda” talvez para doer menos, ou talvez para e sentir mais…
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Concordo rs… a ironia, às vezes, é um abraço silencioso que a dor dá em si mesma. ✨💛
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