Existem muitas formas de viver.
Alguns correm como se a vida fosse uma linha reta, sempre com pressa de chegar ao próximo ponto. Outros caminham devagar, observando o voo dos pássaros e o desenho das nuvens.
Há quem encontre sentido em colecionar conquistas, medalhas, títulos.
E há quem descubra valor nos detalhes invisíveis: no cheiro do café que acorda a manhã, no riso que surge sem motivo, no abraço que sustenta um dia difícil.
A vida nunca foi um molde único.
Ela se derrama em curvas, desvios e pontes que não estavam no mapa.
E, muitas vezes, o que parecia um atalho se revela travessia;
o que parecia perda abre espaço para o novo;
o que parecia pouco se mostra abundância.
Cada coração guarda um ritmo próprio.
E talvez viver seja, antes de tudo, permitir que esse ritmo conduza os passos
mesmo quando o mundo grita pressa, mesmo quando as comparações pesam,
mesmo quando parece que estamos atrasados em relação a todos os outros.
Não existe manual.
Só escolhas, descobertas e o jeito singular de cada alma escrever sua história.
E é justamente nessa diversidade que a vida se torna maior
porque há tantas formas de viver quanto existem formas de amar, de sentir, de recomeçar.
E todas elas, no fundo, são válidas.
Desde que façam sentido para quem as vive.

¡Precioso!
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