Entre Sentir e Curar

O coração cansado ainda sabe encontrar caminhos de luz

Há dias em que o cansaço pesa mais do que qualquer palavra.

Não é apenas o corpo que se rende,

é o coração que desacelera,

como se carregasse um peso invisível

que ninguém ao redor consegue notar.

Ele bate mais devagar,

mas continua.

Ele se curva diante da dor,

mas não desiste.

Porque mesmo cansado,

o coração guarda uma memória antiga:

a de procurar brechas de claridade

mesmo em noites profundas.

Ele reconhece a fragilidade,

aceita o silêncio,

mas nunca esquece o caminho da luz.

E é por isso que, entre pausas e retomadas,

ele insiste em seguir,

lembrando que a esperança

sempre encontra um jeito de nascer por dentro.

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