Há gestos que nascem da ternura e outros que nascem do medo.
Ceder pode ser uma forma delicada de amar desde que o coração continue inteiro dentro do gesto.
Porque existem renúncias que aproximam…
e outras que silenciosamente vão nos retirando de nós.
É bonito quando o amor nos ensina novos caminhos,
mas nunca quando nos exige abrir mão do próprio caminhar.
E às vezes a alma percebe antes da mente:
começa a doer o peito, como se algo fosse sendo levado aos poucos.
Talvez a pergunta mais honesta seja essa:
“Essa entrega me aproxima do outro… ou me afasta de mim?”
Quando o amor é verdadeiro, os dois crescem juntos.
Quando não é, um vai ficando maior e o outro invisiblemente some.
E há um dia em que o silêncio grita:
percebe-se que, para permanecer,
seria preciso deixar de existir.
Publicado por Bia Mundal
Olá, eu sou Bia Mundal.
Sou escritora motivacional e acredito no poder transformador das palavras.
Não o poder que grita, mas o que sussurra com verdade, toca onde ninguém vê e acende pequenas luzes dentro da gente.
Escrevo a partir da minha própria travessia:
espiritualidade vivida com leveza, resiliência silenciosa, cura emocional e a arte de existir com mais presença e sentido.
Acredito que cada palavra carrega um destino.
E que, quando nasce com alma, ela encontra quem precisa ler.
Este espaço é um abrigo.
Um lugar para respirar fundo, se escutar com mais gentileza, se reconhecer — e, quem sabe, se reencontrar.
Se alguma palavra minha te tocar,
então tudo já terá valido a pena.
Bem-vindo ao 'Sinfonia de Palavras", e
que essa jornada, de algum modo, também possa ser sua. ✨
Ver todos os posts de Bia Mundal