A neurociência já comprovou:
seu cérebro não foi feito para funcionar em estado de alerta o tempo todo.
Quando você vive sob estresse constante, seu corpo entra em modo de sobrevivência.
E aos poucos… você para de viver — só resiste.
Por isso, não é frescura quando você precisa de silêncio.
Não é fraqueza se o cansaço vira lágrima.
É biologia. É limite. É sinal.
Seu sistema nervoso precisa de espaços de descanso para se regular.
Precisa de segurança, gentileza, afeto.
Às vezes, mais do que palavras, ele só precisa de um corpo que respire devagar,
um ambiente sem ameaças, um toque leve, um momento de presença.
Não se cobre tanto.
Não se julgue por “não dar conta”.
Você não é máquina — é ser humano.
E o cuidado começa quando você escolhe se tratar
como quem entende que saúde também é pausa.
Também é ternura.
Também é dizer a si mesmo:
“Agora eu me escuto.”
