Relações Que Adoecem e a Coragem de Se Escolher

Quando o discurso é doce, mas a presença amarga

O que machuca

nem sempre é a ausência.

Às vezes, é a contradição:

quem diz que ama, mas não cuida.

Quem diz que sente, mas não escuta.

Quem jura que está, mas nunca permanece.

São as palavras bonitas

seguidas de atitudes vazias

que mais confundem o coração.

E no meio dessa confusão,

a gente aprende

não é sobre o que dizem.

É sobre o que fazem quando ninguém está olhando.

É sobre a consistência,

o respeito,

o gesto silencioso que acolhe sem alarde.

Amor de verdade não se explica tanto.

Se demonstra.

Se constrói.

Se sente — com o tempo,

com a alma em paz.

2 comentários em “Quando o discurso é doce, mas a presença amarga”

Deixe um comentário